O ato do Dia do Trabalhador no Eixão Sul, em Brasília, terminou em confusão nesta sexta-feira (1º). Durante o evento, o vereador João Pedro Trevisan Pugina (PL), de Araçatuba, envolveu-se em um confronto direto. Por isso, a Polícia Militar precisou retirar o parlamentar do local em uma viatura.
A princípio, o tumulto começou quando Pugina chegou ao local com um boneco de tamanho real do ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, os manifestantes interpretaram o gesto como uma provocação imediata. Logo depois, a multidão cercou o grupo e iniciou gritos de “recua, fascista” e “sem anistia”.
Em seguida, o embate verbal evoluiu para agressões físicas e troca de socos entre os presentes. Nesse momento, os manifestantes destruíram totalmente o boneco levado pelo político. Além disso, vídeos mostram o público celebrando a saída do vereador com ofensas como “olha lá o pangaré indo embora”.
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) confirmou a intervenção em nota oficial. Segundo a corporação, o embate ocorreu entre pessoas com opiniões ideológicas opostas. Apesar do uso das viaturas para garantir a segurança, a PM informou que não realizou prisões ou conduções à delegacia.
Até agora, a assessoria de João Pedro Pugina não comentou o episódio. Da mesma forma, a Câmara de Araçatuba ainda não emitiu uma nota sobre a conduta do vereador.



