Programa federal destrava crédito, portanto reage à queda nas vendas e, além disso, fortalece a logística sustentável no país.
O programa Move Brasil caminhões liberou cerca de R$ 2 bilhões em financiamentos no primeiro mês de operação. Assim, a política pública passou a impulsionar a renovação da frota no país. Além disso, o anúncio ocorreu em Guarulhos (SP) e sinalizou uma resposta direta à retração do mercado. Consequentemente, o crédito voltou a circular no setor.
Crédito destrava o mercado após forte queda nas vendas
O mercado de caminhões iniciou o ano em retração. Segundo a Anfavea, as vendas caíram 34,7% em janeiro. Além disso, em 2025, o setor acumulou queda de 9,2%. Enquanto isso, os modelos pesados registraram retração ainda maior, de 20,5%.
Por esse motivo, o governo associou a crise ao custo do crédito. Como resultado, o Move Brasil caminhões passou a oferecer financiamento com taxas mais acessíveis. Dessa forma, os contratos já somaram cerca de R$ 1,9 bilhão nas primeiras semanas. Portanto, o programa reativou a demanda reprimida.
Renovação da frota reduz custos e aumenta eficiência
A renovação da frota reduz gastos com combustível. Além disso, diminui despesas com manutenção. Assim, empresas ganham eficiência operacional. Consequentemente, o transporte de cargas se torna mais competitivo.
Além do impacto financeiro, a troca de veículos melhora a confiabilidade das operações. Por isso, transportadoras ampliam investimentos. Desse modo, a cadeia produtiva reage de forma positiva.
Ganho ambiental e logística mais sustentável
Caminhões novos emitem menos poluentes. Portanto, a renovação da frota reduz a pegada de carbono. Além disso, o Move Brasil caminhões prioriza veículos que atendem a critérios ambientais. Consequentemente, o programa combina crescimento econômico com responsabilidade ambiental.
Enquanto isso, a retirada de veículos antigos melhora a segurança nas estradas. Por fim, a logística ganha eficiência energética.
Como funciona o Move Brasil caminhões
O programa oferece crédito via BNDES para caminhões novos e seminovos. Além disso, os veículos precisam atender a critérios ambientais. O orçamento total chega a R$ 10 bilhões. Desse montante, parte é reservada a caminhoneiros autônomos e cooperados.
As taxas ficam em torno de 13% a 14% ao ano. Além disso, o financiamento pode ter prazo de até cinco anos, com carência inicial. Por fim, o FGI garante parte das operações, o que amplia o acesso ao crédito.
Expectativa do setor e continuidade do programa
A indústria defende a continuidade do Move Brasil caminhões. Portanto, o programa pode sustentar a retomada das vendas. Além disso, a perspectiva de queda da Selic tende a reforçar o apetite por investimentos.
Enquanto isso, o governo informou que o programa segue ativo até o esgotamento dos recursos. Por fim, novas avaliações poderão ampliar a política de crédito para o transporte rodoviário.



