Placas que proíbem carretas já foram aprovadas, mas ainda não foram instaladas em área de risco
A demora na instalação de sinalização viária gera preocupação entre moradores de Birigui. O problema ocorre na Rua General Osório, no bairro Santo Antônio, próximo ao batalhão do Corpo de Bombeiros.
Embora o município já tenha aprovado a proibição de carretas no local, a prefeitura ainda não instalou as placas. Como resultado, veículos de grande porte continuam estacionando na via.
Medida já foi aprovada oficialmente
Em fevereiro, um morador protocolou um requerimento na Secretaria de Mobilidade Urbana. O pedido solicitou a proibição do estacionamento de carretas no trecho.
Em seguida, o Conselho Municipal de Trânsito (COMTRAN) analisou o caso. Na reunião de 19 de fevereiro, os membros aprovaram a medida por unanimidade.
Além disso, o município publicou a decisão no Diário Oficial semanas depois. Mesmo assim, a execução ainda não ocorreu.
Falta de placas mantém risco no local
Apesar da aprovação, a situação permanece inalterada. As carretas seguem estacionando no trecho, o que aumenta o risco de acidentes.
Além disso, o problema compromete o acesso ao Corpo de Bombeiros. Da mesma forma, moradores de um condomínio próximo enfrentam dificuldades na circulação.
Por isso, a ausência de sinalização continua sendo motivo de preocupação.
Prefeitura alega limitação operacional
A Secretaria de Mobilidade Urbana informou, por telefone, que já abriu ordem de serviço. No entanto, o órgão afirmou que possui apenas cinco funcionários em campo.
Por esse motivo, a equipe segue uma ordem cronológica de execução. Até o momento, porém, não há previsão para a instalação das placas.
Moradores pedem prioridade imediata
Diante do cenário, moradores cobram uma solução rápida. Segundo eles, o risco no local justifica prioridade na execução do serviço.
Além disso, muitos questionam a demora diante de uma medida já aprovada. Para os residentes, a ação não deveria depender apenas da fila de serviços.
Debate sobre gestão e prevenção
O caso levanta um debate sobre critérios de prioridade na administração pública. Em situações de risco, gestores podem antecipar demandas para evitar acidentes.
Enquanto isso, a população segue aguardando providências. O objetivo, portanto, é garantir segurança e evitar que um problema já identificado resulte em consequências mais graves.



